WhatsApp deixa de funcionar em 2019? Não é bem assim

O único sistema operativo que deixará de ser suportado com o novo ano será o Nokia S40.
Tal como tantas outras aplicações, o WhatsApp é melhorado constantemente por via de atualizações e, como parte do curso natural das coisas, deixa de ser compatível com sistemas operativos mais antigos. Não querendo que ninguém seja apanhado desprevenido, o WhatsApp tem uma página dedicada onde mostra aos utilizadores quando planeia abandonar as diferentes versões de sistemas operativos no mercado.
O próximo sistema a ser abandonado é o S40 da Nokia, já no dia 31 de dezembro, seguindo-se o Android 2.3.7 (e anteriores) e o iOS 7 (e anteriores) no dia 1 de fevereiro de 2020. Significa isto que conseguirá continuar a utilizar o WhatsApp sempre problemas durante 2019.
Todavia, depois do WhatsApp ser desativado deverá querer considerar a ideia de comprar um smartphone com sistema operativo mais recente. Deixar de ter um WhatsApp atualizado significa que começará a ter vulnerabilidades na aplicação, as quais podem ser exploradas por ‘hackers
Ler maisApanhada. Samsung usou fotografia de câmara DSLR para promover smartphone

O objetivo da empresa terá sido promover a câmara do Galaxy A8 Star e as respetivas capacidades de edição.
A divisão da Samsung na Malásia foi apanhada a usar uma fotografia captada por uma câmara DSLR obtida através de um banco de imagens, tendo sido a própria fotógrafa responsável pela imagem a descobrir a ‘façanha’. A fotógrafa, Dunja Djudjic, reparou que alguém havia comprado a sua fotografia, tendo posteriormente descoberto a imagem no site da Samsung.
“A minha primeira reação foi começar a rir. Olhem só para o trabalho de Photoshop que fizeram na minha cara e cabelo! Sempre gostei da cor natural do meu cabelo (ainda que agora esteja a tornar-se cinzento e branco) mas parece que o criador da imagem prefere tons mais avermelhados. Exceto nos olhos, em que removeram todos os vasos sanguíneos”, escreve Djudjic de acordo com o TechCrunch. A fotógrafa revela ainda que o fundo foi alterado, sendo substituído por um que desse a sensação de profundidade que se tem tornado tão popular entre os smartphones de hoje em dia.
A fotografia terá sido alterada de modo a promover a câmara do Galaxy A8 Star, procurando levar os consumidores a pensarem que a imagem foi captada pelo smartphone. Esta não é prática única da Samsung, com mais fabricantes de smartphones a terem as mesmas práticas para promoverem os seus produtos.
Ler maisTodos vão ter acesso total à Internet nos telemóveis em Cuba

Cuba anunciou que os seus cidadãos vão receber acesso total à Internet nos telemóveis a partir de quinta-feira, um dos últimos países do mundo a disponibilizar este serviço.
A presidente do monopólio estatal de telecomunicações cubano, Mayra Arevich, disse esta terça-feira que os cubanos podem começar a adquirir o serviço 3G pela primeira vez.
Até agora, os cubanos apenas tinham acesso a contas de e-mail estatais nos seus telefones.
A ilha tem uma das menores taxas de uso da Internet do mundo, mas está a evoluir nesse capítulo desde a melhoria nas relações entre os Estados Unidos e Cuba, iniciada em 2014 pelo presidente democrata Barack Obama, e pelo restabelecimento das relações diplomáticas em 2015.
Ler maisMundo ainda não está preparado para manipulação genética em bebés

Um grupo de especialistas em manipulação de genes defendeu hoje que é demasiado cedo para se tentar fazer mudanças permanentes no ADN que possam ser herdadas pelas gerações futuras, algo que um cientista chinês alegou ter feito.
Os cientistas reuniram-se, esta semana em Hong Kong, para uma conferência internacional sobre manipulação de genes, a capacidade de reescrever o 'mapa de vida' para tentar combater ou prevenir doenças.
Embora a ciência dê indicações promissoras para ajudar pessoas que já nasceram, é irresponsável realizar experiências em óvulos, espermatoizoides ou embriões por ainda não se saber o suficiente sobre possíveis riscos, indicou, em comunicado, um grupo de 14 especialistas, ligados à conferência.
A conferência ficou marcada pela alegação de um cientista chinês de que ajudou a criar os primeiros bebés no mundo cujo ADN foi manipulado, gémeas que He Jiankui disse terem nascido no início deste mês.
O grupo de cientistas pediu uma investigação independente à alegação de He Jiankui, que falou com o grupo na quarta-feira, após reações negativas da comunidade científica internacional.
A conferência de três dias foi promovida pela Academia de Ciências de Hong Kong, pela Real Sociedade do Reino Unido e pela Academia Nacional de Ciências e Academia Nacional de Medicina, ambas dos Estados Unidos.
Entretanto, o cientista chinês, que alegou ter criado os primeiros bebés geneticamente manipulados no mundo, anunciou na quarta-feira que vai fazer "uma pausa" nas experiências, num momento de crescente crítica internacional.
"Vai realizar-se uma pausa nos ensaios clínicos, dada a situação atual", disse He Jiankui, durante a conferência de especialistas em Hong Kong, na qual reiterou ser responsável pelo nascimento de gémeas cujo ADN foi manipulado para as tornar resistentes ao vírus da Sida.
Na mesma conferência internacional, um antigo prémio Nobel David Baltimore afirmou que o trabalho do cientista chinês mostrou uma falha de autorregulação entre os cientistas.
Baltimore sublinhou que o trabalho de He "seria considerado irresponsável" porque não atendia a critérios com os quais muitos cientistas concordaram há vários anos, antes de a manipulação genética sequer ser considerada.
He disse que as gémeas nasceram este mês e que foram concebidas para permitir resistir a possíveis futuras infecções pelo vírus da Sida.
Outro proeminente cientista norte-americano que discursou na conferência, o reitor da Escola de Medicina de Harvard, George Daley, alertou contra uma reação adversa à alegação de He.
Daley argumentou que seria lamentável se um passo em falso com um primeiro caso levasse cientistas e órgãos reguladores a rejeitar o bem que podia advir da alteração do ADN para tratar ou prevenir doenças.
Ainda não há confirmação independente da alegação do cientista chinês, mas cientistas e reguladores foram rápidos em condenar a experiência como antiética e não-científica.
A Comissão Nacional de Saúde chinesa ordenou que as autoridades locais na província chinesa de Guangdong investigassem as ações de He Jiankui, enquanto o seu empregador, a Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul, em Shenzhen, anunciou também ter aberto um inquérito.
He estudou nas universidades de Rice e Stanford nos Estados Unidos antes de regressar à terra de origem para abrir um laboratório na Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul da China, onde também tem duas empresas de genética.
Um cientista norte-americano garantiu ter trabalhado com He neste projeto. Trata-se do professor de física e bioengenharia Michael Deem, que foi conselheiro de He na Universidade de Rice, em Houston. Deem também detém "uma pequena participação" nas duas empresas de He Jiankui, disse.
Todos os homens do projeto tinham VIH, enquanto que todas as mulheres não, mas a manipulação genética não visava evitar o pequeno risco de transmissão, explicou.
Ler maisCientista revela que vem aí mais uma gravidez geneticamente manipulada

Na mesma conferênca, He Jiankui afirmou estar a trabalhar com outra voluntária grávida mas anunciou que vai "realizar uma pausa nos ensaios clínicos, dada a situação atual".
O cientista chinês que alega ter ajudado a criar os primeiros bebés geneticamente manipulados afirmou esta quarta-feira que uma nova gravidez do género pode estar a caminho.
He Jiankui, falava numa conferência em Hong Kong, sobre o seu trabalho que tem sido amplamente criticado, quando revelou que existe “outra voluntária grávida” de um embrião geneticamente modificado. Segundo reporta a Reuters, esta gravidez poderá estar ainda numa fase muito preliminar.
O professor da Universidade de Ciências e Tecnologias falava para uma plateia de 700 pessoas, recordando que a modificação genética feita em duas gémeas, no estado embrionário, visou torná-las resistentes a uma infeção futura do VIH/Sida.
Apesar das muitas críticas de que tem sido alvo, He Jiankui disse estar orgulhoso do seu trabalho. Recorde-se que cientistas e reguladores condenaram a experiência, classificando-a de antiética e não-científica.
O antigo prémio Nobel, David Baltimore, por exemplo, afirmou que o trabalho do cientista chinês mostrou uma falha de auto-regulação entre os cientistas e que "seria considerado irresponsável" porque não atendia a critérios com os quais muitos cientistas concordaram há vários anos.
A Comissão Nacional de Saúde ordenou que as autoridades locais na província chinesa de Guangdong investigassem as ações de He Jiankui, enquanto o seu empregador, a Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul, anunciou também que abriu um inquérito.
Por todas estas críticas, o cientista chinês terá também afirmado hoje que "vai realizar uma pausa nos ensaios clínicos".
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