ENTRETENIMENTO

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A Apple já não é marca de smartphones mais copiada do mundo. No ano passado foi superada pela Samsung. Sem grande surpresa, a China é o país onde são feitas mais cópias.

Clonar smartphones das principais marcas mundiais está a tornar-se cada vez mais comum e as cópias também são cada vez mais idênticas aos originais, pelo menos exteriormente. Só no ano passado, dos 17.424.726 smartphones vendidos, constatou-se que 2,64% eram cópias.

Assim, a Apple já não é a marca mais clonada do mundo, agora esse título pertence à Samsung. Os smartphones da marca sul-coreana foram os mais clonados do mundo em 2017, de acordo com um relatório agora divulgado com a AnTuTu.

A Samsung domina com 36,23% de smartphones copiados. Segue-se a Apple, com 7,72%. A Xiaomi é a terceira marca de smartphones mais clonada do mundo, com 4,75%.

A edição europeia do Galaxy S7 Edge foi o smartphone mais copiado, seguido da edição chinesa do mesmo telemóvel. O iPhone 7 Plus foi o smartphone mais clonado da marca da maçã.

A China é o país onde são feitas mais cópias de smartphones.

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A ‘saliência’ no topo do ecrã do dispositivo tem recorrentemente alvo de críticas e piadas.

Uma patente submetida pela Samsung aponta que a empresa tem uma solução para atingir um ecrã que cobre toda a face frontal, com os sensores e câmaras frontais a serem integrados no próprio ecrã.

A patente foi revelada pelo LetsGoDigital (via 9to5mac) e mostra como um ecrã OLED pode ser utilizado para integrar determinados elementos. A patente mostra também como é possível navegar no interface do smartphone com gestos semelhantes aos do iPhone X e, ainda que não seja uma garantia que a Samsung apostará num dispositivo deste tipo, mostra bem a intenção da tecnológica.

Desde que o iPhone X foi revelado que a ‘saliência’ no topo do ecrã tem sido alvo de críticas e piadas, com os fãs da Apple a aceitarem este pormenor como algo necessário para a experiência do topo de gama da empresa.

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A Scheduled é compatível com vários serviços de mensagem como o WhatsApp ou o Telegram.

Já alguma vez pensou na utilidade que seria conseguir agendar o envio de mensagens? Se sim então há uma aplicação que pode descarregar que o vai ajudar. Dá pelo nome de Scheduled e está disponível para Android.

Mais do que permitir agendar o envio de mensagens SMS, a Scheduled permite agendar mensagens em outros serviços como o WhatsApp, o Telegram ou o Line. O facto de ser compatível com múltiplos serviços torna a app ainda mais útil para quem mantém várias aplicações deste tipo.

A aplicação dispõe uma série de opções para agendar mensagens e tem ainda mais funcionalidades caso escolha pagar uma taxa mensal.

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O mais recente desafio viral do YouTube já fez com que várias entidades viessem a público procurar desmotivar os internautas de tomarem parte.


Por muito irracional que seja o ato de comer uma cápsula de detergente a verdade é que esta é uma tendência crescente nas plataformas digitais neste início de 2018. Tanto que deu origem a um desafio no YouTube, de nome Tide Pod Challenge, o qual já foi repetidamente desaconselhado.

Enquanto o YouTube procura remover da sua plataforma quaisquer vídeos com o desafio, a Amazon tem procurado fazer a sua parte ao remover críticas a embalagens de cápsulas Tide que mencionem o infame Tide Pod Challenge. Porém, parece que estas ações não estão a ter o efeito desejado e há cada vez mais casos deste tipo.

Conta o The Verge que até ao dia 16 de janeiro haviam sido reportados 39 incidentes de adolescentes que ingeriram as cápsulas de detergente, um número que aumentou para os 86 no dia 22 de janeiro.

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Cientistas defendem que um "desequilíbrio atmosférico", caracterizado pela mistura dos gases metano e dióxido de carbono na ausência de monóxido de carbono, é um indicador da existência de vida, a ter em conta na exploração de outros planetas.


Uma equipa de investigadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, sustenta que só pode haver esta combinação de gases na presença de organismos vivos.

No estudo, divulgado hoje na publicação científica Science Advances, a equipa salienta, passando em revista a história da Terra, o único planeta habitável que se conhece, que houve alturas em que a sua atmosfera teve esta mistura de gases.

Por outro lado, a capacidade de o planeta produzir grandes quantidades de oxigénio, gás constituinte da atmosfera e fundamental para suportar a vida, só ocorreu no último um oitavo da sua história.

"A ideia de procurar oxigénio na atmosfera enquanto bioassinatura [da vida] tem vários anos, e é uma boa estratégia. É muito difícil produzir muito oxigénio sem vida (...). Mas, mesmo se a vida for comum no cosmos, não temos ideia se será a vida que produz oxigénio. A bioquímica da produção de oxigénio é muito complexa e pode ser bastante rara", advogou um dos coautores do estudo, Joshua Krissansen-Totton, citado em comunicado pela Universidade de Washington.

Os autores do estudo entendem que a procura de sinais de vida em outros planetas deve ter em consideração o tal "desequilíbrio atmosférico", além da existência de água líquida à superfície.

A nova missão europeia de exploração de Marte, a ExoMars, tem em órbita do planeta o satélite TGO, que vai procurar gases rarefeitos na sua atmosfera, em particular metano, um indicador de que pode haver, ou ter havido, vida nele.

Na Terra, o metano poderá ter sido gerado pelo impacto de asteroides na sua superfície, de acordo com a equipa de cientistas da Universidade de Washington.

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