Rio de Janeiro vai pedir ajuda da ONU para travar "genocídio"

O governador do estado brasileiro do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, disse no domingo à imprensa que pretende pedir ajuda ao Conselho de Segurança da ONU para enfrentar o "genocídio" que ocorre na região, referindo-se à violência.
Ler maisOito bebés morrem em incêndio numa maternidade na Argélia

Oito bebés morreram na madrugada de hoje durante um incêndio numa maternidade no nordeste da Argélia, de acordo com um responsável da proteção civil argelina.
Ofogo foi declarado às 03h50, hora local (a mesma hora em Lisboa), no hospital materno-infantil de El Oued Souf, no nordeste Sahara argelino, segundo o capitão Nassim Bernaoui, da proteção civil.
"Nós lamentamos infelizmente a morte de oito bebés, alguns queimados e outros asfixiados pelo fumo", declarou.
"Conseguimos salvar 11 bebés, 107 mulheres (...) e 28 funcionários do estabelecimento" hospitalar, acrescentou.
A proteção civil mobilizou dezenas de camiões para o local e o incêndio já está controlado.
As causas do fogo não foram ainda esclarecidas pelas autoridades.
Segundo a televisão argelina, o primeiro-ministro argelino, Noureddine Bedoui, ordenou a abertura urgente de uma investigação e o ministro da Saúde, Mohamed Miraoui, irá deslocar-se ao local do incêndio.
O primeiro-ministro argelino já apresentou as suas condolências e do Governo às famílias das vítimas.
Ler maisCruz Vermelha diz que necessidades humanitárias podem duplicar até 2050

O número de pessoas que anualmente precisam de ajuda humanitária poderá quase duplicar até 2050, por causa das alterações climáticas, alertou hoje a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC).
Ler maisPelo menos 10 mortos em atentado no sul do Afeganistão

Pelo menos dez pessoas morreram hoje e 85 ficaram feridas após a explosão de um carro armadilhado contra um edifício dos serviços secretos afegãos em Qalat, no sul do país, informaram as autoridades locais.
Oataque, que também atingiu o hospital da cidade, foi confirmado à agência de notícias France-Presse (AFP) pelo governador da província de Zabul, Rahamatullah Yarmal, e reivindicado por um porta-voz dos talibãs Qari Yusuf Ahmadi.
Na quarta-feira, pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num atentado contra um edifício governamental na província de Nangarhar, no Afeganistão, um dia depois de dois atentados que causaram perto de 50 mortos.
Os atentados de terça-feira foram reivindicados pelos talibãs, que já ameaçaram boicotar todo o processo eleitoral com violência, para impedir a realização, por considerarem que o processo é manipulado por potências estrangeiras.
Ler maisPresidente da Libéria quer tribunal para julgar crimes de guerra

O Presidente da Libéria, George Weah, apoia a constituição de um tribunal para julgar os crimes de guerra cometidos durante o conflito que abalou o país entre 1989-96 e 1999-2003.
Ainformação foi divulgada na terça-feira, através de um comunicado de várias organizações do país e internacionais, entre as quais a Human Rights Watch.
Em carta dirigida ao parlamento, datada de 12 de setembro, Weah escreveu: "Apelo ao parlamento que aconselhe e oriente todas as medidas legislativas e outras que sejam necessárias para a aplicação do relatório CVR [Comissão para a Verdade e a Reconciliação], incluindo o estabelecimento do Tribunal para os Crimes de Guerra e Económicos".
Na opinião de Adama Dempster, de uma plataforma de defesa dos direitos humanos no país e do Secretariado para o Estabelecimento de um Tribunal de Crimes de Guerra na Libéria, "o apoio do Presidente Weah a um tribunal para julgar crimes de guerra é um passo importante para as vítimas e para ajudar a garantir que a violência que trouxe tanta dor e perda à Libéria não volta a acontecer".
Durante aqueles anos de conflito armado, os liberianos sofreram o desrespeito generalizado das leis internacionais humanitárias e de direitos humanos, como assassínios de massa, violações e outras forças de violência sexual, execuções sumárias, mutilações e torturas, além do recurso a crianças-soldado.
No seu relatório, a CVR, que trabalhou entre 2006 e 2009, recomendou a criação de um tribunal para julgar crimes de guerra, mas muitas das recomendações da Comissão nunca foram concretizadas.
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