Comércio informal: 86 mil pessoas exercem actividade informal na cidade de maputo

86 mil pessoas exercem actividade informal na cidade de Maputo, parte do comércio acontece de maneira desordenada.
O Conselho Municipal da cidade de Maputo pretende organizar o tipo de venda.
Pelo facto, a edilidade junta diversas sensibilidades para colher ideias sobre como criar normas funcionais para a prática.
Ler mais30 jornalistas capacitados, em Maputo, sobre a gestão e preservação do mar

Pelo menos 30 jornalistas de diversos órgãos de comunicação social capacitados, em Maputo sobre ECONOMIA AZUL, assunto ligado à gestão e preservação do mar.
A formação constitui uma preparação dos profissionais da pena para melhor cobertura da Conferência Internacional CRESCENDO AZUL agendada para os dias 23 e 24 de Maio, em Maputo.
Ler maisReconstrução pós calamidades: São precisos 3.2 Biliões Dólares para reconstruir zonas centro e norte do país

O Governo necessita de três biliões e duzentos milhões de dólares, para fazer face à reconstrução pós ciclones Idai e Kenneth, que devastaram as regiões centro e norte de Moçambique.
O montante consta do Relatório de Avaliação de Danos e Perdas, causadas pelas calamidades naturais, aprovado pelo Conselho de Ministros, esta terça-feira.
Parceria TVM e IPAJ: TVM relança programa “Tenda da Justiça” de orientação jurídica ao cidadão

Televisão de Moçambique, Empresa Pública vai relançar em breve o “TENDA DA JUSTICA” programa de aconselhamento e orientação jurídica para pessoas carenciadas.
O acto que viabiliza a intenção foi assinado terça-feira, em Maputo, pelos representantes da TVM, Instituto de Promoção e Assistência Jurídica, IPAJ e, Instituto Superior de Ciência e Tecnologia de Moçambique, ISCTEM.
Frelimo e Renamo divergem sobre acusações de manipulação do censo eleitoral

A Frelimo considerou uma “falácia” a acusação de que o recenseamento eleitoral está a ser manipulado a seu favor, enquanto a Renamo, oposição, defende que a operação está a ser manchada por graves irregularidades.
O Instituto Eleitoral da África Austral (EISA), organização da sociedade civil da região, acusou ontem o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) de reduzir o número de eleitores nas zonas dominadas pela oposição para as eleições gerais de Outubro próximo.
A acusação consta de um estudo intitulado “Uma análise a partir da distribuição das brigadas de recenseamento eleitoral para as eleições de 2019 em Moçambique”, elaborado pela delegação em Moçambique daquela organização não-governamental da África Austral.
Reagindo à Lusa, o porta-voz do partido Frelimo, Caifadine Manasse, qualificou de uma “falácia” as constatações do estudo do EISA, assinalando que o partido no poder entra em todos os escrutínios para conquistar o eleitorado de todo o país.
“A Frelimo é um partido de base nacional, abraça todos os moçambicanos, não é um partido regional ou local para confinar a sua estratégia a este ou àquele círculo eleitoral”, frisou.
Caifadine Manasse assinalou que a Renamo e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM) têm membros no STAE e na Comissão Nacional de Eleições para acompanharem e gerir os processos eleitorais.
O porta-voz da Renamo, José Manteigas, disse à Lusa que o recenseamento eleitoral está a ser marcado por “graves irregularidades” nas zonas favoráveis à oposição.
“As constatações do EISA são evidentes e críveis e, bem antes de serem publicadas, a Renamo já as tinha denunciado à Comissão Nacional de Eleições”, declarou José Manteigas.
Nas zonas que, tradicionalmente, vota a oposição, o registo de eleitores está a ser marcado por avarias nas máquinas, cortes de energia e abertura tardia dos postos de recenseamento, prosseguiu.
“Tudo isso é parte de uma estratégia para cansar e desmobilizar o eleitorado, que, potencialmente, vai votar na oposição”, acrescentou.
Na sua análise do recenseamento eleitoral, o EISA considera que “a distribuição das brigadas de recenseamento eleitoral foi para facilitar o registo de eleitores em zonas sob forte influência da Frelimo e reduzir o número de eleitores nas regiões sob domínio da oposição”.
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