Indivíduos de origem asiática nos ataques à Mocímboa da Praia

A polícia trabalha no sentido de identificar o corpo do homem de origem asiática abatido no distrito da Mocimboa da Praia.
Ler maisPaíses africanos debatem impacto do Sistema de Ensino à Distância no Mercado de Emprego

Conselho Africano de Ensino à Distância reunido na Beira, para a partilha experiências sobre o ensino e a educação aberta para o continente nos próximos anos.
Ler maisPresidente da República considera uma afronta ao Estado moçambicano os ataques em Mocímboa da Praia

O Presidente da República diz que, os ataques a Mocimboa da Praia é uma verdadeira afronta ao Estado moçambicano.
Filipe Nyusi quer a responsabilização dos autores do crime que tem perturbado a população daquele ponto do país.
O Chefe do Estado reconhece o papel desempenado pelas Forças de Defesa mas apela para a necessidade de replicação de esforços para acabar com esta prática.
Por outro lado, o chefe do estado e do partido no poder, considera que os membros do Comité Central e demais moçambicanos devem pautar pela racionalização de custos para minimizar o impacto da crise económica que afecta o país.
Já os gestores públicos são chamados a mobilizar recursos para novos investimentos olhando para a racionalização de custos como um pressuposto que norteie o seu normal funcionamento.
FAO tem novo representante em Moçambique

Olman Serrano é o novo representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em Moçambique, depois de ter exercido as mesmas funções na Guiné Equatorial, anunciou hoje a organização.
Serrano é natural da Costa Rica e substitui no cargo Castro Camarada, que liderou a FAO em Moçambique nos últimos quatro anos.
O novo dirigente sedeado em Maputo está há 24 anos ao serviço da FAO e nos últimos quatro foi representante na Guiné Equatorial (mais recente membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), depois de já ter trabalhado no Equador, Alemanha, Hungria, Itália, Tanzânia, Maláui e Butão.
Olman Serrano já trabalhou também no departamento florestal da FAO.
O representante da organização chega a Moçambique numa altura em que o Governo anunciou que entre 30% e 40% de culturas agrícolas do país foram perdidas, devido a pragas, desde abril de 2017.
O executivo já classificou a situação como preocupante e está a tentar mobilizar recursos para fazer face ao problema que ameaça a segurança alimentar no país.
Ler maisZambézia lança segunda fase do projecto Governação Florestal

Lançada na Zambézia a segunda fase do projecto Governação Florestal, a Urgência do Momento.
Trata-se de uma campanha de advocacia para o combate à exploração ilegal de madeira nesta província, sobretudo ao redor da Reserva Nacional do Gilé.
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