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Em 2 dias consecutivos o país não regista nenhum caso positivo de COVID-19.

As 15 pessoas com indícios da doença e testadas nas últimas 24 horas tiveram resultado negativo e as autoridades associam o facto às medidas preventivas assumidas por Moçambique. 

Foi na interacção diária com a imprensa que o Ministério da Saúde actualizou, esta sexta-feira, os dados globais e nacionais sobre a COVID-19.

As autoridades moçambicanas registaram com satisfação nas últimas 24 horas testes negativos em 15 pessoas suspeitas, facto que revela o controlo de possíveis infecções num período em que o Estado endurece a agenda de prevenção e combate ao coronavírus.

Sobre o tratamento de casos confirmados, a porta-voz do MISAU diz não haver uma linha específica de fármacos a administrar por se tratar de casos com sintomas ligeiros sem gravidade.

Mas caso se justifique, serão seguidos os protocolos que revelam sucesso pelo mundo fora onde já foram recuperados mais de 220 mil doentes de COVID-19.

Para que os 10 casos já confirmados continuem estacionários, o sector da saúde reitera o cumprimento obrigatório das medidas que vêm sendo divulgadas.

O MISAU anuncia a actualização dos critérios para a testagem em acompanhamento aos protocolos da Organização Mundial da Saúde, OMS. 

O Director-geral Adjunto do Instituto Nacional de Saúde disse que em Moçambique operam 2 privados no diagnóstico da COVID-19, os quais contribuíram com a detecção de 4 dos 10 casos confirmados no país. Estes têm o dever de reportar toda a informação da actuação ao sector público.

A rede nacional já testou 317 suspeitos e segundo os gestores, o sector tem capacidade para casos de real necessidade de exame.

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Para cientistas e médicos a opinião é unânime: o distanciamento social é uma das medidas mais eficazes para contrariar a pandemia do novo coronavírus, que causa a doença da Covid-19.

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Ministro da Saúde diz que mantém-se estacionário o número de dez infectados pela COVID-19, no país.

Entretanto, Armindo Tiago anuncia a existência de cinco moçambicanos no estrangeiro infectados pelo coronavírus.

Os nacionais em tratamento na diáspora estão em Espanha, Portugal, Estados Unidos e Suiça.

Nas últimas 24 horas o sector de saúde fez testagem da COVID-19 a 18 pessoas consideradas suspeitas mas todos os casos deram negativo.

O número de casos positivos prevalece o de 10 anunciados esta quinta-feira.

O Governo despacha amanhã para o distrito de Palma, província de Cabo Delgado uma brigada de saúde para rastrear todas as pessoas que tiveram contacto com o cidadão sul-africano anunciado nesta quinta-feira como sendo o décimo caso da COVID-19 em Moçambique.

Na diáspora há cinco moçambicanos infectados pelo coronavírus.

Armindo Tiago reitera o apelo para o cumprimento obrigatório das medidas de prevenção da propagação da nova pandemia com destaque para a quarentena dos viajantes que chegam do estrangeiro.

A quarentena é igualmente obrigatória às pessoas que mantiveram contacto com os casos positivos e nessa situação, 188 indivíduos estão a merecer acompanhamento por parte dos profissionais de saúde

O Instituto Nacional de Saúde tem um cumulativo de 302 casos já testados no país.

O Governo diz que vai reduzir cada vez mais o número de funcionários a prestarem serviços na função pública e serão adoptadas novas metodologias de trabalho a partir de casa.

Ainda não há recomendação precisa de receita alternativa para casos da COVID-19, tomando-se, por isso, como medida segura a prevenção.

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Subiu de 8 para 10 o número de pessoas infectadas pelo coronavírus em Moçambique.

Os 2 casos confirmados nas últimas 24 horas envolvem um jovem moçambicano de 18 anos que estudava em Portugal e um cidadão sul-africano de mais de 60 anos. 

Moçambique registou nestas últimas 24 horas mais 2 novos casos positivos de coronavírus testados num laboratório privado e outro na vizinha África do Sul, passando assim, de 8 para 10 casos de pessoas infectadas e confirmadas no país.

Do acompanhamento feito aos casos confirmados há dias, não há relatos de agravamento do quadro clínico dos doentes.

O Instituto Nacional de Saúde conta com um cumulativo de 284 casos suspeitos já testados.

Deste universo, 17 são referentes as últimas 24 horas e todos deram negativo.

As autoridades de saúde apelam para a observância rigorosa das medidas preventivas obrigatórias integradas no decreto presidencial que activou o Estado de Emergência que vigora desde a madrugada desta quarta-feira.

A nível global as estatísticas da COVID-19 apontam para um cumulativo de cerca de 890 casos positivos mais de 45 mil óbitos e cerca de 186 mil recuperados.

 

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O Ministério da Saúde repudia a divulgação de informações falsas nas redes sociais sobre uma suposta cura do novo coronavírus.

A directora Nacional Adjunta de Saúde Pública, Benigna Matsinhe, reitera que a melhor forma de se evitar a contaminação pelo novo coronavírus é a tomada de medidas de prevenção.

Benigna Matsinhe reagia à informação divulgada nas redes sociais da existência de um fio de cabelo na bíblia que cura a infecção da Covid-19.

A directora nacional adjunta de Saúde Pública aconselha ainda que as pessoas devem evitar a auto-medicação, pois, pode trazer outros problemas para a saúde.

“LIMITAR O MOVIMENTO DE PESSOAS AO MÍNIMO POSSÍVEL” – SEGUNDO O INS

O director-geral adjunto do Instituto Nacional de Saúde, Eduardo Samo Gudo, falando no Café da Manhã da Rádio Moçambique, clarificou alguns aspectos nas novas medidas de prevenção do novo coronavírus, esta segunda-feira, anunciadas pelo Presidente da República, Filipe Nysui.

Eduardo Samo Gudo, disse que a intenção é haver um “engajamento massivo de todos os actores-chave e é este o chamamento que o Presidente da República fez”.

“Por exemplo, nas medidas anteriores havia uma limitação de cinquenta pessoas para eventos sociais, neste caso os eventos sociais estão proibidos. Este é um aspecto importante e outro é da questão da limitação do movimento doméstico. No nível dois havia uma limitação do movimento internacional, da entrada e saída do país, aqui agrava-se para a inclusão deste novo elemento que é, temos que nos movimentar menos dentro do país, temos que evitar viajar, viagens inter-provinciais e mesmo em distâncias inter-distritos. Nós temos que nos movimentar menos porque esta é a lógica do distanciamento social. É isto que os outros países, com esta epidemia, estão a fazer, limitar o movimento de pessoas ao mínimo possível. (RM)

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