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A Apple está a negociar a aquisição

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 “Porém, tal como mencionámos no passado, nenhum código está imune de vulnerabilidades de segurança”.

O uso de encriptação tornou o WhatsApp e a Telegram duas as apps de mensagens mais seguras aos olhos dos utilizadores, uma ideia que um relatório dos investigadores da Symantec vem a desfazer. De acordo com este relatório, está ao alcance de hackers a utilização de apps maliciosas para alterar ficheiros de media trocados através destes serviços.

Apesar de o armazenamento interno de media estar salvaguardado do ponto de vista de segurança, o armazenamento externo está mais exposto. Dizem estes investigadores de segurança que, se o utilizador instalar uma app maliciosa previamente, é possível que o hacker consiga manipular o ficheiro livremente. Isto mesmo antes do ficheiro ser acedido pelo utilizador.

Apesar dos resultados desta investigação, os investigadores notam que nenhum app está imune deste vulnerabilidades. “Porém, tal como mencionámos no passado, nenhum código está imune de vulnerabilidades de segurança”, pode ler-se no comunicado partilhado pelo The Verge.

“O WhatsApp investigou o assunto de perto e é similar a questões anteriores sobre o impacto do ecossistema de apps no armazenamento em dispositivos móveis. Atualmente o WhatsApp segue as melhores práticas atuais providenciadas pelos sistemas operativos para o armazenamento de media e está atento a providenciar atualizações de acordo com o desenvolvimento contínuo do Android”, pode ler-se no comunicado do WhatsApp. Já a Telegram não se pronunciou ainda sobre o assunto.

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Não é a primeira vez que a aplicação é alvo de suspeitas.

A aplicação FaceApp tornou-se a grande sensação do momento, levando milhões de pessoas por todo o mundo a usarem a tecnologia de reconhecimento facial para mostrarem aos seus amigos como seriam se fossem mais velhos ou mais novos.

Pois bem, também têm surgido vários avisos e suspeitas de roubo de dados privados através da FaceApp, notícias que foram recebidas com alguma apreensão dado que a aplicação lidera as tabelas do Google Play e da App Store. Pois bem, estas preocupações não são de agora e já duram desde 2017, quando a FaceApp também gozou de mediatismo.

Como conta o ABC Austrália, a app foi criada por developers russos entre os quais Yaroslav Goncharov que em 2017 contou que a app fazia uso de “redes neurais para modificar qualquer fotografia ao mesmo tempo que a mantinha fotorrealista”. Apesar de ser bem-sucedida naquilo que se propõe a fazer, a FaceApp tornou-se o alvo de especialistas em privacidade que apontaram que a aplicação “pedia mais direitos daquilo que precisava para oferecer o serviço”.

“A resposta curta: não a usem”, afirmou o presidente da Fundação de Privacidade da Austrália, David Vaile. “É impossível dizer o que acontece quando carrega [uma fotografia] e isso é um problema. Eles dizem que permites o envio para qualquer lado e para quem queiram, desde que haja uma ligação podem fazer muita coisa”.

A FaceApp alcançou novamente o estatuto de viralidade mas, dado que voltou a levantar questões sobre privacidade, é natural que volte a ser vista com desconfiança.

 

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A empresa chinesa não espera que a atual guerra comercial venha a terminar em breve.

Apesar de os EUA terem anunciado um relaxamento das limitações impostas à Huawei, consequência da guerra comercial com a China, a empresa tecnológica chinesa não espera que a situação melhore nos próximos tempos.


É por isso que o Wall Street Journal está a avançar com a notícia que a Huawei se está a preparar para anunciar uma série de despedimentos nos escritórios de investigação nos EUA. No total, espera-se que “centenas” de pessoas percam o seu emprego. É notado que os colaboradores chineses terão oportunidade de permanecer na empresa se decidirem voltar à China.

De momento a Huawei parece ter-se recusado a comentar a situação.

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Informação obtida numa apresentação inicial descreve robot de ‘costura’ capaz de ligar fios ao cérebro humano.

Responsável pela Tesla e pela SpaceX, Elon Musk é ainda o fundador da Neuralink, startup que, devido ao seu objetivo de ligar humanos e máquinas, pode muito bem ser o seu projeto mais ambicioso. Mas quais são, de facto, os planos da Neuralink? O The New York Times e a Bloomberg publicaram informação obtida numa apresentação inicial da empresa e promete ser algo tão difícil de visualizar como de acreditar.


A informação em questão descreve um robot que seria capaz de ligar fios de computadores a cérebros humanos como se de costura se tratasse- O objetivo deste processo seria ajudar a resolver questões de saúde como ajudar pessoas a voltar a ver, falar ou ouvir e até amputados a com novas próteses.

Falando dos fios em questão, dizem as publicações norte-americanas que estes fios têm cerca de um quarto do tamanho do diâmetro de um cabelo humano (sem risco de danificar vasos sanguíneos) e estariam ligados a um pequeno chip localizado atrás da orelha. Diz Elon Musk que este chip estaria habilitado a receber informação via Bluetooth, tornando todo o processo tão pouco invasivo quanto possível.

De momento os testes da Neuralink foram conduzidos em ratos de laboratório mas a empresa de Musk tem planos para começar os testes em seres humanos já no segundo trimestre do próximo ano. Ainda que os planos do presente sejam apenas relacionados com questões de saúde, Musk já referiu que acredita que o crescimento da Inteligência Artificial fará com que uma fusão entre a mente humana e os computadores seja a única forma de os seres humanos acompanharem a evolução.

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