
Reduziu de sete para duas toneladas a quantidade da castanha exportada ilegalmente, nos últimos dois anos, a partir da província de cabo Delgado para a República Unida da Tanzânia. O facto deve-se ao reforço de medidas de fiscalização nos postos fronteiriços, aliado a valorização do preço de referência daquele produto de rendimento no mercado interno.
