NOTÍCIAS

naom_5afbe15b5b69d.jpg

As autoridades norte-americanas emitiram um alerta vermelho para a erupção do vulcão Kilauea, no Havai, que na última semana já obrigou a retirar centenas de pessoas das suas casas.

Um alerta vermelho significa que "uma grande erupção vulcânica está iminente ou a ocorrer", indicou na terça-feira o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês).

"A erupção de cinza aumentou de intensidade" desde terça-feira de manhã, no Kilauea, e a nuvem de cinza tem já entre três mil e seis mil metros de altura, indicou.

Embora a atividade vulcânica se mantenha "muito variável", pode "tornar-se explosiva a qualquer momento, aumentando a intensidade da produção de cinza e de projéteis".

As autoridades locais alertaram os residentes das zonas mais próximas do vulcão para estarem preparados para uma retirada de emergência, possivelmente sem aviso prévio.

Até agora, foram já retiradas 1.700 pessoas que ainda não foram autorizadas a regressar a casa.

Este nível de alerta significa também "perigo imediato para a saúde, sendo necessário tomar medidas para evitar qualquer exposição", indicou em comunicado a proteção civil do Havai.

O vulcão entrou em erupção a 03 de maio e desde então já foram registadas 20 fissuras que estão a expelir lava. Até agora, 40 casas ou edifícios foram destruídos pela lava.

Junto à cratera, registaram-se durante vários dias dezenas de sismos, alguns de magnitude superior a 5 na escala de Richter.

O vulcão situa-se no sudeste da Grande Ilha do Havai, onde vivem cerca de 185 mil pessoas.

O Kilauea, a 1.200 metros de altitude, é um dos mais ativos no mundo e um dos cinco existentes no arquipélago norte-americano.

O turismo, uma das maiores indústrias locais, já registou perdas de "pelo menos cinco milhões de dólares norte-americanos" (cerca de quatro milhões de euros), de acordo com as autoridades turísticas.

Ler mais

naom_5873edde571be.jpg

Reportagem do New York Times fala já em algumas dezenas de mortes registadas desde 2006.

Foi uma das evoluções a ter em conta no setor automóvel: em vez de ser preciso rodar a chave na ignição, um simples botão ligava o carro. O problema? Por distração, é possível deixar o carro ainda a trabalhar, ao contrário do que acontece com as chaves de ignição antigas, que quando são retiradas desligam o carro. E, por vezes, estes erros podem ser fatais.

O New York Times refere que algumas duas dúzias de condutores já morreram desde 2006, envenenados por monóxido de carbono, na sequência deste tipo de falhas.

Entre os casos referidos pelo jornal nova-iorquino, conta-se o de Fred Schaub, que estacionara o seu Toyota RAV4 na garagem da sua casa, na Florida. Ao sair do carro levou consigo o cartão-chave do carro, pensando que este se desligara. Não foi o caso. Quase 30 horas depois foi encontrado morto em caso, vítima de envenenamento por monóxido de carbono.

"Depois de 75 anos a conduzir, o meu pai pensou que quando levasse a chave consigo o carro se desligava", explica o filho de Fred Schaub à mesma publicação.

Cada vez mais, os cartões-chave vieram para substituir as tradicionais chaves de ignição. Porém, para alguns condutores há hábitos antigos e distrações que podem constituir perigo.

Há marcas que introduzem algumas características extra de segurança (o carro pode por exemplo dar um alerta sonoro para quando o carro continua a trabalhar, mesmo após se ter retirado o cartão-chave). Mas esta é uma área ainda algo indefinida não só em termos de regulação, aponta o mesmo jornal.

Ler mais

naom_5873edde571be.jpg

Reportagem do New York Times fala já em algumas dezenas de mortes registadas desde 2006.

Foi uma das evoluções a ter em conta no setor automóvel: em vez de ser preciso rodar a chave na ignição, um simples botão ligava o carro. O problema? Por distração, é possível deixar o carro ainda a trabalhar, ao contrário do que acontece com as chaves de ignição antigas, que quando são retiradas desligam o carro. E, por vezes, estes erros podem ser fatais.

O New York Times refere que algumas duas dúzias de condutores já morreram desde 2006, envenenados por monóxido de carbono, na sequência deste tipo de falhas.

Entre os casos referidos pelo jornal nova-iorquino, conta-se o de Fred Schaub, que estacionara o seu Toyota RAV4 na garagem da sua casa, na Florida. Ao sair do carro levou consigo o cartão-chave do carro, pensando que este se desligara. Não foi o caso. Quase 30 horas depois foi encontrado morto em caso, vítima de envenenamento por monóxido de carbono.

"Depois de 75 anos a conduzir, o meu pai pensou que quando levasse a chave consigo o carro se desligava", explica o filho de Fred Schaub à mesma publicação.

Cada vez mais, os cartões-chave vieram para substituir as tradicionais chaves de ignição. Porém, para alguns condutores há hábitos antigos e distrações que podem constituir perigo.

Há marcas que introduzem algumas características extra de segurança (o carro pode por exemplo dar um alerta sonoro para quando o carro continua a trabalhar, mesmo após se ter retirado o cartão-chave). Mas esta é uma área ainda algo indefinida não só em termos de regulação, aponta o mesmo jornal.

Ler mais

Teste nuclear da Coreia do Norte elevou montanha em dois metros

Imagens de radar mostram que uma montanha da Coreia do Norte foi levantada dois metros devido ao mais recente teste nuclear de Pyongyang, a 3 de setembro de 2017, segundo informação hoje divulgada.
Numa altura em que o Presidente da Coreia do Norte promete desnuclearizar a península coreana, e quando está já marcado para 12 de junho um encontro entre Kim Jong-un e o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, uma equipa internacional de cientistas publicou a visão mais detalhada do local do mais recente teste nuclear subterrâneo da Coreia do Norte.


A nova imagem de como o teste nuclear alterou a montanha sobre do local da detonação destaca a importância do uso de imagens de radar por satélite, aliadas a registos sísmicos, para melhor localizar os testes nucleares, seja na Coreia do Norte seja noutro local do planeta.

Os investigadores, uma equipa que inclui especialistas de várias universidades de Singapura, Estados Unidos, China e Alemanha, anunciaram os resultados do trabalho, que vai ser publicado na revista Science.

O estudo refere que a explosão aconteceu sob o Monte Mantap, no norte do país, provocando um terramoto de 5,2 graus de magnitude. Com base em gravações sísmicas e redes regionais e globais de imagens de radar a equipa demonstrou que a explosão fez expandir a superfície do monte.

Criando um modelo por computador, os investigadores conseguiram identificar a localização da explosão e a profundidade a que ocorreu. E ainda localizaram o sítio exato de outro evento sísmico, a cerca de 700 metros a sul da explosão e 8,5 minutos depois. (Que pode ter sido causado pelo colapso de um túnel ou de uma cavidade resultante de uma explosão nuclear anterior).

"Este é a primeira vez que os deslocamentos de superfície tridimensionais completos, associados a um teste nuclear subterrâneo, foram visualizados e apresentados ao público", disse o principal autor do trabalho, Teng Wang, da Universidade Tecnológica de Nanyang, Singapura.

Juntando toda a informação os investigadores estimam que o teste nuclear, o sexto da coreia do Norte e o quinto realizado no Monte Mantap, representou uma potência entre 120 a 300 quilotoneladas, cerca de 10 vezes a potência da bomba lançada pelos Estados Unidos em Hiroxima durante a segunda guerra mundial.

Este cenário difere de dois outros divulgados na semana passada, um deles identificando a explosão a quase um quilómetro a noroeste do local agora apontado.

Mas para os responsáveis pelo estudo agora divulgado o cenário é bem preciso: a explosão ocorreu a mais de 400 metros abaixo do cume do Monte Mantap e danificou um volume de rocha de cerca de 300 metros de diâmetro. A explosão elevou a montanha cerca de dois metros e expandiu-a até três a quatro metros. Posteriormente um a dois quilómetros de diâmetro de rocha fraturada compactou, fazendo com que a montanha encolhesse 1,5 metros, em relação a antes da explosão.

Ler mais

Rei da Malásia perdoa pena de prisão a opositor

O rei da Malásia aceitou perdoar imediatamente o opositor Anwar Ibrahim, que cumpre uma pena de prisão por sodomia, anunciou hoje o novo primeiro-ministro malaio, Mahatir Mohamad.
O rei "indicou estar disposto a perdoar Datuk Sri Anwar imediatamente", declarou o novo primeiro-ministro, em conferência de imprensa, dois dias após a vitória nas eleições legislativas da coligação da oposição liderada por Mahathir, de 92 anos.


"Vamos abrir o procedimento adequado para obter o perdão para Datuk Sri Anwar. Isto significa um perdão total. Ele deverá ser imediatamente libertado assim que for agraciado", acrescentou.

Mahathir tinha prometido, em caso de vitória nas legislativas e na nomeação para a chefia do Governo, de ceder o cargo a Anwar, antigo inimigo, uma vez que este saísse da prisão.

Os dois homens reconciliaram-se antes das eleições para tentar vencer o ex-primeiro-ministro Najib Razak, envolvido num enorme escândalo financeiro que abala a Malásia desde 2015.

A coligação da oposição dirigida por Mahathir e apoiada por Anwar venceu na quarta-feira as eleições contra o Barisan Nasional (Frente Nacional, BN), coligação que dirigia a antiga colónia britânica desde a independência, em 1957.

Anwar, de 70 anos, era o "braço direito" de Mahathir quando este foi primeiro-ministro pela primeira vez (1981-2003). Divergências políticas ditaram o afastamento de Anwar. Já na oposição, Anwar foi condenado e detido no final de um processo controverso por sodomia e corrupção.

O opositor foi novamente condenado em 2015, já com Najib como primeiro-ministro, a cinco anos de prisão por sodomia, num processo tão controverso quanto o primeiro.

Ler mais

Câmbio do Dia

 

Moeda Compra Venda
EUR 72,52

73,97

USD 63,25 64,52
ZAR 3,81 3,89
Fonte: Standard Bank, 02/08/2026 

Tempo

03 de Agosto de 2026

 

 MAPUTO ceu limpo Máxima: 27ºC
Mínima: 10ºC

Ver de todas províncias

Telefones Úteis