Sismo de 7,8 faz dois mortos na Nova Zelândia

Pelo menos duas pessoas morreram na sequência do sismo de magnitude 7,8 na escala de Richter que atingiu a Nova Zelândia, este domingo.
O alerta de tsunami emitido na sequência do terramoto, ainda se mantém para a zona onde se localizou o epicentro, 91 quilómetros a norte da cidade de Christchurch, na Ilha do Sul, mas já foi levantado nalgumas regiões do país.
O sismo deixou muitas localidades com as estradas bloqueadas. Na Ilha do Sul e na zona sul da Ilha do Norte, foi suspensa a circulação ferroviária. A empresa Bluebridge Ferry, que assegura as carreiras de ligação marítima entre Wellington (Ilha do Norte) e Picton (Ilha do Sul), anunciou que o serviço foi suspenso porque os portos ficaram danificados.
À medida que as equipas de salvamento avançam para o interior, é possível que sejam identificadas mais vítimas, disse o primeiro-ministro, John Key:
“Sabemos agora que baixou o risco de tsunami e o alerta foi limitado às zonas costeiras. Exortamos porém as pessoas a manterem todos os cuidados”, disse Key.
O “site” neo-zelandês de vigilância e alerta para fenómenos geológicos, GeoNet, informou que o sismo foi largamente sentido através do país e alertou a população para possíveis réplicas.
A cidade de Christchurch foi atingida em 2011 por um terramoto de intensidade 6,3, que matou 185 pessoas.
A Nova Zelândia situa-se no limite das placas tectónicas da Austrália e do Pacífico, zona que faz parte do chamado Anel de Fogo do Pacífico, onde anualmente são registados cerca de 15 mil sismos.
Ler maisMau tempo mata e desaloja centenas de famílias na RSA

As autoridades de Gauteng, na África do Sul, poderão declarar emergência em algumas regiões da província, onde a persistência das chuvas está a desalojar um número crescente de famílias.
O mau tempo fez 6 mortos em Johannesburg e Ekurhuleni, além de ter causado danos avultados e desalojado centenas de famílias.
A persistência da chuva está a dificultar as buscas visando localizar o corpo de uma mulher que ontem de manhã se afogou no Rio Apies, em Pretória.
Mergulhadores conseguiram recuperar os destroços da viatura em que a mulher seguia quando foi colhida pela corrente da água.
Também devido à continuação do mau tempo, os serviços de emergência interromperam ontem as buscas de uma criança de 3 anos, que foi arrastada pelas águas na quarta-feira em Alexandra.
Na altura do incidente, a menor estava com os pais no bairro informal de Setjwetla, onde as inundações desalojaram centenas de famílias.
A cidade de Ekurhuleni registou as piores inundações de que há memória nos últimos 200 anos.
De acordo com os serviços de meteorologia da África do Sul, na sexta-feira, a cidade registou 79.4 milímetros de chuva em apenas 1 hora.
Ler maisQuem ganha e quem perde nos negócios com Trump a presidente

Donald Trump prometeu fazer a América grande outra vez e para isso garantiu, por exemplo, criar 25 milhões de empregos nos próximos dez anos num país com uma taxa de desemprego a rondar apenas os cinco por cento.
Os norte-americanos gostaram tanto que o elegeram, mas quem pode vir beneficiar mais são sobretudo os setores das farmacêuticas, da exploração de combustíveis fósseis e das gigantes tecnológicas ligadas, sobretudo, à internet.
Farmacêuticas
No programa de campanha para as recentes presidenciais dos Estados Unidos, a candidata democrática e então grande favorita à eleição, Hillary Clinton, propunha a criação de uma “súper agência” de regulação de preços em certos medicamentos de terapêuticas de longo prazo e sem concorrência no mercado com o objetivo de proteger os consumidores da inflação no custo deste tipo de fármacos únicos ou de escassas alternativas no mercado.
A derrota de Hillary Clinton foi uma excelente notícia para as farmacêuticas, que poderão continuar a lucrar com este tipo de medicamentos essencial para certos pacientes e que terão de continuar a ser adquiridos apesar do preço a que são vendidos. Os lucros estão, à partida, garantidos. A menos que Donald Trump, entretanto, se reveja na proposta da rival e a adote. Pouco provável.
Tecnológicas
Alguns dos gigantes norte-americanos do setor tecnológico, se não todos, têm transferido as suas operações para outros países vistos como “paraísos fiscais” e com condições para desenvolvimento tecnológico, por exemplo para a Irlanda. O objetivo principal das empresas é evitar a taxa empresarial de 35 por cento.
A proposta eleitoral de Donald Trump de criar uma taxa única de 10 por cento para as empresas que repatriem fortunas pode levar a Google, a Apple ou o Facebook a regressar com os biliões de dólares mantidos além-fronteiras.
Donald Trump pretende também “reconquistar o controlo da Internet” (palavras dele) e isso implicará certamente um investimento nas empresas dedicadas à rede global. É preciso, no entanto, que o Presidente eleito cumpra a promessa.
Matérias-primas
Os Estados Unidos, a par da China, é um dos países mais poluentes do mundo. Barack Obama acaba de ratificar o Acordo de Paris, no qual os norte-americanos se comprometem a reduzir drasticamente a pegada ecológica para tentar parar as alterações climáticas que estão a aquecer os polos. Para Donald Trump, de acordo com o “twit” escrito em 2012 e reforçado em alguns discursos durante a campanha, o “aquecimento global é uma farsa criada pela e em proveito a China para tornar a produção dos EUA não competitiva.”
O triunfo do republicano surge assim como uma ameaça à aposta nas energias renováveis iniciada por Obama e, por outro lado, dá esperança à revitalização do setor da extração de alguns dos mais poluentes combustíveis fósseis como o carvão, o gás e o petróleo. Os mineiros, por exemplo, foram dos que mais festejaram a vitória de Trump. Não é para menos.
Acordo de Paris
O Acordo de Paris foi aceite e assinado entre mais de 190 países em dezembro do ano passado. Tem vindo a ser ratificado por todos e obriga cada um dos signatários a cumprir o acordado no mínimo durante quatro anos (incluído um de pré-aviso para eventual desistência). Barack Obama já o ratificou. Donald Trump prometeu bloqueá-lo. Se não conseguir cumprir — é difícil desistir antes de 2020 —, tudo fará certamente para o boicotar.
O eventual recuo norte-americano na luta ambiental coloca em risco os projetos de energia renovável já em andamento. E coloca também em risco o futuro do planeta.
Automóveis
Os fabricantes de automóveis também ficaram preocupados face à eleição de Trump. Muitos têm fábricas no México, onde o custo do trabalho é mais baixo, mas o desejo reiterado por Trump de proteger a produção interna com o aumento das taxas alfandegárias para os bens importados atinge vários setores, mas o dos automóveis será sem dúvida um dos mais prejudicados.
Acidente mata 10 moçambicanos na estrada sul-africana

Tragédia nas estradas sul-africanas.
10 moçambicanos morreram esta 4ª feira e outros 9 ficaram feridos na Bulemburoad, perto da vila municipal de Barberton, província sul-africana de Mpumalanga.
Segundo o porta-voz do departamento da Segurança Comunitária, Joseph Mabuza, O carro capotou quando o motorista do mini-bus, a caminho de Mogambique saindo de Gauteng, perdeu controlo da viatura numa curva em zona montanhosa perto de Barberton. Os feridos dos quais 4 crianças foram transferidos para 0 Hospital Rob Ferreira, na cidade de Nelspruit. O número de vítimas mortais
poderá aumentar dada a gravidade dos ferimentos de alguns sobreviventes.
Ler maisHá 1 dia das Eleições nos EUA

Há vinte e quatro horas das eleições no Estado Unidos a candidata Hilary Clinton leva vantagem de três pontos percentuais em relação ao seu mais directo adversário Donald Trunp.
Entretanto Trunp joga a última cartada contra Hilary trazendo a tona o escândalo dos emails do FBI em que a antiga Secretária de Estado estava envolvida.
É tudo ou nada. Vinte e quatro horas para América e o mundo saber quem é o próximo inquilino da Casa Branca e uma das personalidades mais influentes do mundo.
Diversas agencias de sondagens apresentam a democrata Hilary Clinton como a favorita, com três pontos percentuais em relação ao mais directo adversário. Ou seja Hilary Clinton com 44% e Donald Trunp com 41.
Um adversário que joga com as possíveis armas de que dispõe, adjectivando-a de corrupta e de persona non grata. Aliás, são armas que para Donald Trunp podem não ser tão eficazes quanto desejaria.
É que Hilary Clinton foi ilibada e o director do FBI não pretende levar a vante o processo da alegada violação de segredo de Estado, através do correio electrónico do FBI, a que a candidata era acusada.
Uma acusação que se contextualiza a quando Hilary Clinton desempenhava o cargo de Secretária de Estado Norte americano.
O comunicado emitido pelo director do FBI a declinar o interesse de acusar a candidata crinalmente pelo uso de emais pessoais trouxe uma nova esperança e a adversária de Trunp e elevou a confiaça dos eleitores.
O último dia é marcado de um lado, consolidação do eleitorado democrata, de outro, desacreditação da adversária devido a escândalos.
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