Michelle Obama junto a Hillary Clinton na Carolina do Norte

Michelle Obama fez esta quinta-feira, na Carolina do Norte, a primeira aparição lado-a-lado com Hillary Clinton, para defender a candidatura da ex-secretária de Estado e antiga Primeira Dama para a presidência dos Estados Unidos, um apoio de peso na reta final da corrida à Casa Branca. Michelle Obama: “Ela tem mais experiência e exposição à presidência do que qualquer outro candidato da nossa era. Mais do que Barack e mais do que Bill. Por isso, está absolutamente preparada para assumir os comandos desde o primeiro dia e, sim, trata-se de uma mulher.” Michelle Obama apelou aos eleitores para irem às urnas a 8 de novembro para impedirem Trump de aceder à presidência, lembrando que “é a taxa de participação que fará a diferença”. O candidato republicano investiu, por seu lado, no Ohio, outro Estado-chave nestas eleições, apostando nos tradicionais “cavalos de batalha”: “Uma administração Trump irá suspender a imigração de regiões propícias ao terrorismo e irá suspender o programa de refugiados sírios. Isso é fácil. Não vamos assumir o risco, no que diz respeito à segurança do povo norte-americano.” Trump declarou-se, na véspera, preparado para investir milhões de dólares do próprio bolso para travar a rival democrata na reta final da campanha.
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Não considerar nada como garantido, essa é a mensagem da candidata presidencial democrata Hillary Clinton. A sua campanha tem sido incentivada pelos resultados nas sondagens, mas, na Florida, Hillary continuava a pedir às pessoas para votarem.
Enquanto isso, o rival republicano, Donald Trump, que também estava no estado, lamentava a falta de unidade do seu partido. Trump alegou que poderia vencer facilmente se tivesse o apoio dos líderes.
O correspondente em Washington, Stefan Grobe, fez o ponto de situação da corrida presidencial:
“a presença de ambos candidatos na Florida demonstra a importância da batalha neste Estado, onde a votação antecipada está apenas no início. E os augúrios não são nada bons para Donald Trump. Os republicanos estão à frente dos democratas por menos de 2%, quando, em comparação, há quatro anos tinham uma vantagem de 5,3%. Isto deve-se, em grande parte, a um aumento de 99% de votantes Latinos, em comparação com 2012.
Aproximadamente 130.000 Latinos já votaram na Florida. A campanha de Clinton acredita que a maioria desses votos foi para ela, dado que a esmagadora maioria dos Latinos repudia Trump pela sua retórica e política durante a campanha.
No Arizona, um estado tradicionalmente republicano, também com uma população Latina considerável, os números também não parecem bons para Trump. No entanto, a campanha de Clinton não quer ouvir falar de um deslize; teme que as pessoas considerem que a vitória de Clinton está garantida antes do tempo.
Ler maisRenzi admite vetar fundos europeus se outros países não ajudarem na questão dos refugiados

A Itália chegam milhares de migrantes e refugiados todos os dias. Só este ano o país já recebeu mais de 155 mil pessoas, mais do que em todo o ano passado, e o país disse que não pode voltar a receber tanta gente no próximo ano.
O primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, pediu a solidariedade dos outros países da União Europeia e admitiu, numa entrevista à RAI, os fundos de Bruxelas para países que se recusem a ajudar a Itália e a Grécia, que acolheram centenas de milhares de migrantes nos últimos anos.
“ Este mecanismo de darmos 20 mil milhões de euros à Europa e nos restituírem 12 acabou”, realçou Renzi. Questionado pelo jornalista se admitia usar o veto, respondeu: “ Sim, absolutamente. Os direitos e as obrigações são para todo o mundo. É muito fácil pegar no nosso dinheiro e construir muros. O dinheiro não passa através dos muros. Se construírem muros, travam os migrantes, mas não receberão mais dinheiro da Itália”.
Bruxelas pediu ao Governo italiano para explicar a revisão em alta do défice nominal previsto para o próximo ano. Uma das razões apontadas por Roma é o fluxo de migrantes.
Esta quarta-feira, a União Europeia começa a formar a Guarda Costeira da Líbia, no âmbito da operação Sophia, contra o tráfico de migrantes.
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As famílias serão alojadas em 450 centros de acolhimento em outras zonas do país, e com melhores condições de vida.
Amanhã, terça-feira estão previstos 45 autocarros e no dia seguinte mais 45 para transportarem entre 6 mil a 8 mil pessoas. Mais de dois mil elementos das forças de segurança enquadram a operação para evitar que outros migrantes ocupem o espaço vazio.
Ler maisPresidente da república mantém conversações com homólogo do Ruanda, Paul Kagame

Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, recebe amanhâ, segunda-feira, no Gabinete da Presidência da República, O seu homólogo do Ruanda, Paul Kagame, para conversações oficiçlis, no âmbito da Visita de Estado que efectua a Moçambique, de 24 a 25 de Outubro de 2016.
A visita do Chefe do Estado ruandês ao nosso país insere-se no quadro do reforço das relações de amizade, solidariedade e cooperaçcro existentes entre Moçambique e Ruanda, nos dom'nios bilateral e multilateral.
Consta, igualmente, do programa da visita do Presidente ruandês uma deslocação à Assembleia da República, deposiçâo de uma coroa de flores na. Praqa dos Heróis Moçambicanos, visita ao Porto de Maputo e a participação numa palestra com a sociedade empresarial e académicos, subordinada ao tema" contributo do sector prfvado no desenvolvímento económico de Ruanda".
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