Universidade Púnguè Celebra Legado de Marina Pachinuapa com Doutoramento Honoris Causa

Universidade Púnguè Outorga o título de Doutor Honoris Causa a Veterana da luta de Libertação Nacional, Marina Pachinuapa.
Pesa para a distinção, a sua contribuição para independência do país e permanente empenho na promoção da cidadania, justiça social e emancipação da mulher.
Massingir Acolhe Novo Investimento Turístico com Potencial de Transformação Económica

E, o governo e a população em Gaza auguram novas oportunidades de negócio e emprego com entrada do grupo hoteleiro “ AMAN” em Moçambique.
O projecto de implantação da estância hoteleira em Massingir, prevê a contratação de 750 trabalhadores na fase de execução e 250 na operacionalização do empreendimento.
Presidente do FAMOD Destaca Lei 10/2024 como Marco para Inclusão das Pessoas com Deficiência

O presidente do FAMOD, Zeca Chaúque, destaca a importância da aprovação da Lei sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, considerando-a uma oportunidade para a participação efectiva deste grupo no diálogo nacional inclusivo.
A posição foi manifestada esta quarta-feira, em Maputo, durante a terceira edição da Conferência Anual sobre Deficiência e Direitos Humanos.
O encontro tem como objectivo discutir aspectos necessários para a implementação efectiva da lei 10/2024 sobre os direitos das pessoas com deficiência.
Na ocasião o presidente do FAMOD, Zeca Chaúque, realçou a importância da aprovação da lei que defende e reconhece os direitos da pessoa com deficiência.
Chauque considera a norma como uma oportunidade para a participação efectiva deste grupo no diálogo nacional inclusivo .
Durante o evento, foram revelados dados indicando que Moçambique conta com cerca de 800 mil pessoas com deficiência.
O evento decorre sob o lema “Rumo a uma Reforma Legal Inclusiva.”
Ler maisReunião de Peritos em Segurança Rodoviária em Maputo Discute Aumento de Acidentes no Continente Africano

Secretária Permanente do Ministério dos Transportes e Logística apela aos coordenadores nacionais de dados de segurança rodoviária a construírem consensos sobre as fragilidades existentes com vista a estancar os acidentes de viação no país.
Irina Ribeiro falava na abertura da reunião que junta, em Maputo, peritos em segurança rodoviária do continente africano.
Sinistralidade rodoviária é preocupação em todo o continente africano. Em Maputo, peritos juntam-se para analisar e avaliar os pontos de situação de cada país bem como o nível de recolha de dados sobre a matéria.
Há relatores de condução sem licença, ou seja, sem cartas de condução, mas o PCA do INATRO, não confirma a informação.
Dados fornecidos pelo Ministério dos Transportes e Logística, indicam que os acidentes de viação cresceram em 5% e as mortes em 12% se comparado com o ano transacto.
A reunião, de três dias, é co-organizada pelo Governo de Moçambique, em parceria com a Comissão da União Africana e o Secretariado do Observatório Africano da Segurança Rodoviária.
Ler maisMedidas Rigorosas e Estratégias Climáticas: Governo Foca na Segurança Rodoviária e Resiliência Ambiental

Governo aprova medidas para reduzir a sinistralidade rodoviária, no país.
Dentre as medidas contam o uso de tecnologias para o controlo de velocidade até a privação da liberdade se assim se justificar.
As decisões foram tomadas hoje, em Maputo, no decurso da trigésima segunda sessão ordinária do Conselho de Ministros.
De Janeiro a Agosto, registaram-se no país 430 acidentes que resultaram em 575 mortos. Dados que preocupam o governo que olha para os danos humanos e materiais. Como forma de controlar a situação, o governo aprovou, nesta terça-feira, medidas imediatas contra a sinistralidade rodoviária.
De acordo com o porta-voz do Governo, a implementação destas medidas não substitui as que estão em vigor no País e previstas no Código de Estrada e Regulamento de Transporte em Veículos Automóveis e Reboques actualmente em revisão.
O Conselho de Ministros aprovou ainda, o Plano de Eliminação da Cólera- PEC e a Resolução que aprova a Estratégia Nacional de Financiamento Climático 2025-2034 tendo em conta que Moçambique está entre os 10 países mais vulneráveis, estando ciclicamente exposto a ciclones, cheias, secas e inundações. Estima-se que serão necessários 37,2 mil milhões de USD até 2030 para alcançar a resiliência climática do capital humano, físico e natural de Moçambique.
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