ENTRETENIMENTO

Facebook: Eis pequenas coisas que pode fazer para se proteger

Ainda assim deve afinar as suas definições de acordo com as opções de privacidade com que se sente melhor.
O recente escândalo com a Cambridge Analytica levou muitos utilizadores do Facebook a tomarem medidas para protegerem melhor os seus dados. O menu de definições da rede social é uma boa forma de regular o nível de privacidade que prefere, sendo que há certas atitudes que pode tomar para garantir que está melhor protegido.

Como nota a Deco Proteste, a sua proteção começa com o tipo de pessoas que permite ter acesso à sua página. Por esse motivo, só deve aceitar pessoas que conhece pessoalmente e rejeitar os utilizadores que não tenham a sua confiança.

Uma vez controlado o número de ‘amigos’, deve prestar atenção com quem partilha as suas publicações. Por isso mesmo deverá separar os seus ‘amigos’ em subgrupos, indicando quem é família, amigo ou colega para evitar dissabores. Deve também ocultar todo o seu perfil de estranhos definindo que apenas os seus ‘amigos’ possam ver o que publica.

Deve ainda controlar quem tem a capacidade de o identificar em publicações ou até se alguém o pode identificar de todo. No mínimo, deve aprovar cada situação em que seja identificado, impedindo assim que alguém possa saber com quem e onde esteve. O que nos leva ao último ponto, que é nunca dizer onde está, não só evitando publicar a sua localização como também desativar a o acesso do Facebook ao GPS do smartphone.

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Vídeo da NASA mostra o efeito de quase 140 anos de aquecimento global

Tem apenas 36 segundos mas reúne toda a informação a partir de dados reunidos desde 1880.
Um pequeno vídeo de apenas 36 segundos da NASA pode ser a única prova que precisa para acreditar no aumento da temperatura em todo o globo, o resultado de ação humana que promete levar o planeta a uma temperatura nunca antes sentida pelos seres humanos.

O vídeo foi criado com recurso a dados reunidos desde 1880 (quando se começou a recolher informação) até 2017 e mostra um planisfério e vai alterando as cores de acordo com o aumento da temperatura nas diferenças regiões.

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'Gigante' chinesa quer que o Facebook resolva problemas de privacidade

O fundador da Alibaba, Jack Ma, é o mais recente executivo de empresas tecnológicas a vir a público criticar o Facebook e o CEO Mark Zuckerberg.
O fundador e CEO da gigante de comércio eletrónico Alibaba, Jack Ma, veio a público criticar o Facebook relativamente ao caso da Cambridge Analytica, apelando à tecnológica que resolva os seus problemas de privacidade.

“Os executivos séniores devem toma responsabilidade, dizer ‘Hey, a partir de agora vamos trabalhar nisso. Não farei um comentário sobre o Facebook mas direi que há 15 anos atrás nunca pensavam que isto cresceria assim. Certo, é como uma rede social, tem dois mil milhões de pessoas a usá-la! Portanto todos os problemas em que não pensaram apareceram. É altura de o resolvermos” Mas penso que o problema pode ser solucionado, portanto não devemos extinguir a empresa por causa destes problemas”, afirmou Ma perante os presentes na conferência Boao Forum.

Como recorda o Business Insider, o fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, testemunhará hoje perante o Congresso dos EUA a propósito do escândalo da Cambridge Analytica, prevendo-se que hajam desenvolvimentos sobre a forma como a rede social lida com a proteção de dados.

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Google acusada de práticas ilegais por 23 associações dos EUA

Associações norte-americanas acusaram hoje o YouTube e a empresa Google, detentora daquele site de partilha de vídeos, de recolher dados pessoais de crianças e de os utilizar para direcionar os anúncios de publicidade, que consideram práticas ilegais.
Vinte e três organizações de defesa dos direitos digitais e de proteção da infância apresentaram uma queixa junto do regulador norte-americano do comércio, na qual pedem que investigue estas práticas.

Segundo as associações, a Google recolhe as informações pessoais de menores no YouTube, apesar de este 'site' estar oficialmente proibido a menores de 13 anos, incluindo a sua localização, o equipamento utilizado ou os contactos telefónicos de telemóvel.

"A Google arrecada estas informações sem informar previamente os pais, utilizando-as para direcionar a publicidade para crianças em toda a Internet", afirmam as associações.

Segundo, Josh Golin, da campanha para uma infância sem publicidade, uma das organizações que subscreveu o pedido de investigação, "há anos que a Google abandonou a sua responsabilidade para com as crianças e famílias, alegando, erroneamente, que o YouTube -- um site cheio de desenhos animados e publicidade de brinquedos - não é para crianças".

"A empresa Google obtém lucros gigantescos com os anúncios publicitários para crianças e deve respeitar a COPPA", a lei norte-americana de proteção da privacidade das crianças na Internet, adiantou Josh Golin.

As associações consideram que as práticas da Google contrariam esta lei, de 1998, que proíbe sites destinados a crianças ou que se sabe que estas os utilizam de recolher e usar tais informações sem acordo dos respetivos pais".

Contactada pela agência France Press, um porta-voz da empresa referiu que o grupo ainda não teve conhecimento da queixa, que ainda não tinham conhecimento da queixa, mas garantiu que proteger as crianças e as famílias é uma prioridade".

"Como o YouTube não é para crianças, investimos de uma forma significativa para criar a aplicação YouTube Kids, que propõe uma alternativa especialmente destinada às crianças", realçou o porta-voz.

A queixa surge nua altura de desconfiança relacionada com a gestão de dados pessoais na Internet, em particular pelo Facebook, na sequência do escândalo da Cambridge Analytica.

O Facebook admitiu a semana passada à Comissão Europeia que os dados de "até 2,7 milhões" de utilizadores daquela rede social a residir na União Europeia possam ter sido transmitidos de "maneira inapropriada" à empresa britânica Cambridge Analytica.

Dois dias antes, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, revelou que um total de 87 milhões de utilizadores da rede social terá sido afetado.

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segunda-feira, 09 abril 2018 11:10

YouTube pronto para deixar algoritmos de lado

YouTube pronto para deixar algoritmos de lado

A versão para crianças da aplicação terá vídeos escolhidos manualmente pela equipa de curadoria da plataforma.
Uma das críticas que mais recorrentemente tem sido apontada ao YouTube está relacionada com a forma como vídeos impróprios têm surgido na versão para crianças da aplicação para dispositivos móveis, a YouTube Kids.

Pois bem, comprometido em não repetir este tipo de situações, diz o BuzzFeedo YouTube anunciou que apostará numa equipa de curadoria para escolher manualmente os vídeos que surgem nesta versão da aplicação. Desta forma, são colocados de lado os algoritmos que a tecnológica usava anteriormente para fazer este trabalho.

A ideia é dar os pais a opção de escolher entre a versão com vídeos escolhidos pelos algoritmos ou pela equipa de colaboradores, uma decisão que é assim remetida para os próprios utilizadores.

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