Spielberg: Sucesso da Netflix é "um perigo para os espetadores"

O conhecido realizador diz que filmes distribuídos por serviços de streaming não devem ser considerados para competir na cerimónia dos Óscares.
Os últimos anos têm sido marcados por um crescimento notório de serviços de streaming como é o caso do Netflix e do Amazon Prime. Ainda que este tipo de serviços possa ser do agrado dos respetivos subscritores, realizadores como Steven Spielberg parecem ter a opinião contrária.
De acordo com uma recente entrevista concedida ao ITV News, o realizador norte-americano considera este tipo de serviços “um perigo claro para os espetadores de cinema”, apontando que são os filmes mais pequenos a serem comprados por empresas deste tipo. Esta tendência ditará que nem todos os filmes sejam qualificados para a época de prémios, entre os quais os Óscares.
“Assim que te comprometes ao formato de televisão, és um filme de televisão”, apontou Spielberg, adiantando que isto ditará que os filmes possam ser “qualificados para um Emmy, mas não um Óscar”.
Ler maisApple quer lançar iPhone dobrável… mas ainda terá de esperar

Os rumores que apontam para uma aposta das fabricantes de smartphones em dispositivos com ecrã dobrável também fazem referência à rival Samsung.
Um analista do Bank of America fez uma previsão onde é referido que a Apple está a trabalhar em conjunto com os fornecedores de modo lançar um iPhone com ecrã dobrável. Porém, é adiantado que o dito iPhone só estará pronto em 2020.
Como conta o CNBC, a Apple pretende que um iPhone com ecrã dobrável seja a próxima grande alteração do smartphone depois do iPhone X. Na verdade, a integração de ecrã OLED neste modelo terá sido um passo relevante para um iPhone de ecrã dobrável, isto porque este tipo de ecrã é composto por pixéis individuais, o que torna os ecrãs mais flexíveis.
De notar que a Apple não é a única a estar interessada em ecrãs dobráveis. A Samsung e a LG, por exemplo, já manifestaram interesse em desenvolver a tecnologia e, tendo em conta que ambas as tecnológicas sul-corenas têm divisões dedicadas à produção de ecrãs, é previsível que venham a ter um papel nuclear na sua chegada ao mercado.
Ler mais'Vidro inteligente' converte luz do sol em eletricidade

Objetivo inicial do estudo era a mudança da cor e da opacidade do vidro com a incidência dos raios do sol.
Investigadores da Universidade da Califórnia, em Berkeley, descobriram um novo material que é capaz de transformar calor em energia elétrica. O perovskite sintético foi desenvolvido para funcionar como um “vidro inteligente”, capaz de mudar de cor e opacidade conforme a incidência dos raios solares.
No entanto, durante os testes, verificou-se que o material pode também transformar o calor da luz solar em eletricidade. O estudo foi publicado na revista Nature.
Conforme revelam os investigadores, o perovskite só consegue converter 7% da energia que recebe em eletricidade e a uma temperatura de 100 °C, o que o torna inviável para uso comercial. Existem também limitação a nível de cores, o material só consegue sair do transparente para laranja, castanho ou vermelho.
O grupo quer agora desenvolver a tecnologia para que a produção de eletricidade comece a partir de 50 °C ou 60 °C, e com novas cores. Ainda não se sabe, porém, se algum dia essa tecnologia se tornará comercialmente viável.
Ler maisLipsi, a app de mensagens anónima que está a conquistar o iPhone

A aplicação permite-lhe falar com pessoas próximas da sua localização sem revelar a sua identidade.
Se é fã de aplicações de mensagens certamente estará farto de opções populares como o Messenger, o WhatsApp, a Line ou o Viber, procurando algo que possa ser verdadeiramente novo. Se se encontra nesta situação poderá querer dar uma vista de olhos à Lipsi.
Por enquanto apenas presente para iPhone (e com versão prevista para Android), a Lipsi tem ‘escalado’ os rankings da App Store e tem-se tornado cada vez mais popular entre os entusiastas de smartphones.
O sucesso explica-se pelo facto de ser uma app de mensagens anónima que permite aos utilizadores falarem com pessoas com a mesma localização. Se assim o desejarem, os utilizadores poderão revelar a sua identidade quando quiserem.
Como conta o Business Insider, os responsáveis pela Lipsi estão conscientes que a app pode vir a ser usada para os utilizadores se assediarem entre si ou partilharem conteúdo ofensivo. Caso o faça, a app desvendará a identidade do autor, uma ação que poderá servir para desmotivar quem o tente fazer.
No vídeo acima poderá ficar a conhecer melhor esta aplicação.
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No vídeo acima poderá ficar a conhecer melhor esta aplicação.
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