ENTRETENIMENTO

naom_56a86f28783f4.jpg

Foi avistada a certificação para um smartphone capacidade para 512GB.

Se achava 256GB de armazenamento mais que suficiente para o seu smartphone, então é porque não está a pensar tão à frente como a Huawei. Diz o Phone Radar que foi avistada na chinesa TENAA uma certificação para um dispositivo móvel com 512GB de armazenamento interno.

Outras especificações fazem referência a 6GB de RAM mas não são conhecidas mais informações sobre este dispositivo que pode, afinal, ser um dos três modelos do Huawei P20. Não demoraremos muito a ter a confirmação uma vez que o Huawei P20 será oficializado num evento especial que terá lugar no próximo dia 27 em Paris, França.

Ao longo dos últimos anos a Huawei tem-se apoiado em colaborações para lançar edições especiais. Uma delas é com a Porsche, com as edições criadas ao abrigo desta parceria a terem um aspeto ligeiramente diferente e a apresentarem algumas mudanças no que diz respeito a especificações.

Ler mais

naom_5ab4c8d6291ff.jpg

A empresa de Mark Zuckerberg ameaçou processar o The Guardian se fossem publicada a história relativa à Cambridge Analytica.

Depois de cinco dias de silêncio, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, reagiu à polémica que envolve a sua rede social e a Cambridge Analytica. Em causa estão os dados relativos a 50 milhões de utilizadores que foram apropriados pela empresa, um desfecho que levou Zuckerberg a pedir desculpa em entrevista à CNN e a delinear medidas na sua página de Facebook para impedir que se volte a suceder uma situação semelhante.

Pode pensar que foi um erro da parte de Zuckerberg e uma ingenuidade acreditar na palavra da Cambridge Analytica em como os dados haviam sido apagados depois de lho ter sido pedido.

Porém, o caso ganha outros contornos (mais grosseiros) não só por o Facebook ter conhecimento da situação durante mais de dois anos, como também por ter procurado ‘calar’ os jornalistas do The Guardian que denunciaram a situação com ajuda de Christopher Wylie (o responsável pelo software usado na referida apropriação de dados).

Abaixo pode encontrar uma publicação feita pela jornalista Carole Cadwalladr do The Guardian quando a história foi dada a conhecer, no dia 17 de março. “Ontem o Facebook ameaçou processar-nos. Hoje publicamos isto. Conheçam quem denunciou o Facebook e a a Cambridge Analytica”, pode ler-se na publicação.

A situação já mereceu reconhecimento do próprio responsável pelas parcerias de media do Facebook, Campbell Brown que, de acordo com o Mashable, reconheceu que ameaçar o The Guardian com um processo “não foi uma decisão sábia”.

Continue ou não a acreditar que o Facebook tem os interesses dos seus utilizadores como prioridade, é provável que queira ‘afinar’ as definições de privacidade da sua página na rede social para evitar que os seus dados sejam apropriados para fins obscuros como mostra este caso da Cambridge Analytica.

Ler mais

naom_5878e44e6a238.jpg

A aplicação de mensagens foi adquirida pela tecnológica em 2014 por cerca de 15 mil milhões de euros.

O facto de o Facebook ter falhado em proteger os dados de 50 milhões de utilizadores está levar a uma das maiores campanhas online de sempre contra a rede social de Mark Zuckerberg. As críticas estão a ser tantas que até um dos responsáveis pela app de mensagens WhatsApp se juntou à onda de críticas, incentivando os utilizadores do Facebook a apagarem as suas contas.

Brian Acton, co-fundador e responsável pela divisão de engenharia do WhatsApp, publicou no Twitter a mensagem que pode ver abaixo. “Esta na altura. #deletefacebook”, pode ler-se no tweet de Acton. De recordar que o WhatsApp foi adquirido pelo Facebook em 2014 por 19 mil milhões de dólares (cerca de 15.4 mil milhões de euros).

brianwh.jpg

Acton abandonou o WhatsApp há seis meses atrás e junta-se ao coro de ex-associados do Facebook que atualmente criticam a postura da rede social. Caso não queira abandonar a rede social mas queira controlar o tipo de dados que partilha online pode consultar alguns conselhos.

Ler mais

naom_5623cf5d8abe3.jpg

Scott Kelly realizou um total de quatro viagens ao espaço e passou 340 dias a bordo da Estação Espacial Internacional.

O astronauta Scott Kelly da NASA tornou-se mundialmente conhecido por ter passado um ano a bordo da Estação Espacial Internacional, um feito impressionante a que Kelly junta quatro viagens feitas ao Espaço.

Reformado em 2016, nos últimos meses tem sido alvo de estudos da parte da agência espacial norte-americana para apurar os efeitos no corpo humano de longas estadias no Espaço. Durante este tempo, Kelly escreveu também um livro sobre o período que passou a bordo da Estação Espacial e, numa recente entrevista ao Business Insider, revelou também que o seu maior medo enquanto astronauta é a possibilidade de algo acontecer à sua família enquanto estiver no Espaço.

“Quando fui para o Espaço durante um ano a minha grande preocupação é se algo acontece aos membros da minha família e como lidar com eles. E isso é o que mais me preocupa, muito mais do que a minha segurança pessoal”, contou Kelly.

O astronauta explicou ainda que este receio está relacionado com o facto de também ter estado afastado durante o tiroteio em Tucson em 2012, durante o qual a cunhada e congressista Gabrielle Giffords foi ferida.

Ler mais

23626038.jpg

A Comissão Federal do Comércio, dos EUA, abriu uma investigação à Facebook que poderá implicar uma multa milionária, perante as suspeitas de facilitar informação relativa a 50 milhões de utilizadores a uma empresa ligada a Donald Trump.

A investigação resulta da revelação, durante o fim de semana, de a empresa de análise de dados Cambridge Analytica ter tido acesso, em 2014, a dados compilados pela empresa dirigida por Mark Zuckerberg, o que suporia una clara violação das condições de confidencialidade desta companhia emblemática das redes sociais.

Segundo a imprensa britânica, a empresa de análise de dados, que colaborou com a equipa de Trump durante a campanha eleitoral para as presidenciais de 2016, usou aquela informação para desenvolver um programa informático destinado a influenciar as decisões dos votantes.

A Cambridge Analytica tem entre os seus investidores o chefe da campanha eleitoral de Trump em 2016 e posteriormente assessor deste na Casa Branca, até se demitir, Steve Bannon.

A Facebook já rejeitou as alegações, mas o facto de a Cambridge Analytica ter admitido que teve acesso a informação de milhões de utilizadores daquela rede social implica uma de duas: ou a Facebook sofreu u roubo de informação, ou violou as suas regras e facilitou os seus arquivos a terceiros, conclui o jornalista Rafael Salido, da agência Efe.

Em 2011, a Facebook comprometeu-se a solicitar o consentimento dos seus utilizadores antes de fazer determinadas alterações nas preferências de privacidade daqueles, como parte de um acordo com o Estado, que então a acusava de abusar dos consumidores, ao partilhar com terceiros informação não autorizada.

Por este motivo, a suspeita de que a rede social pode ter facilitado esta informação à Cambridge Analytica pressuporia que a Facebook violou o acordo, do que poderia resultar uma multa diária de 40 mil dólares (33 mil euros) diários por cada violação, como informou hoje a Bloomberg.

Esta possibilidade, bem como a perda de atração das ações Facebook, tiveram nos últimos dois dias um claro reflexo em Wall Street, com desvalorizações de quase 7% na segunda-feira e mais 2,56% hoje.

Estas não são as únicas preocupações de Mark Zuckerberg, que foi alvo de pedidos de audição por parte no Senado dos EUA e dos parlamentos Europeu e britânico.

Acresce que, segundo o The New York Times, o chefe de segurança da Facebook, Alex Stamos, anunciou a sua saída do cargo, devido a desacordos internos sobre como a rede social se deve posicionar perante a difusão de informações falsas.

Ler mais
Pág. 67 de 92

Câmbio do Dia

 

Moeda Compra Venda
EUR 72,52

73,97

USD 63,25 64,52
ZAR 3,81 3,89
Fonte: Standard Bank, 02/08/2026 

Tempo

03 de Agosto de 2026

 

 MAPUTO ceu limpo Máxima: 27ºC
Mínima: 10ºC

Ver de todas províncias

Telefones Úteis