Antes de queda, piloto de avião que caiu no Nepal terá tido esgotamento

51 das 71 pessoas a bordo morreram na queda.
Em março do ano passado, um voo da companhia aérea US-Bangla, do Bangladesh, despenhou-se antes de chegar ao seu destino em Catmandu, a capital do Nepal. O avião despenhou-se precisamente na preparação para a aterragem no aeroporto internacional de Tribhuvan.
Este foi o maior acidente de aviação dos últimos 26 anos, na nação dos Himalaias. Agora, as autoridades do Nepal revelaram as conclusões do inquérito de investigação aberto na altura.
Conta a Reuters que os investigadores acreditam que o piloto do avião" aparenta ter tido um esgotamento nervoso", mesmo antes de o avião se despenhar.
Sob stress e "emocionalmente perturbado", "o piloto pensou que podia manobrar o aparelho e aterrar. Mas não conseguia", afirmou à mesma agência Buddhisagar Lamichhane, especialista em aviação, a propósito das conclusões do relatório.
O avião estaria a voar baixo demais e desalinhado na aproximação à pista, o que terá contribuído para o despenhamento do aparelho.
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Três estudantes e um polícia morreram em tumultos após protestos da Universidade de Lubumbashi, a segunda maior cidade da República Democrática do Congo (RDC), contra cortes e escassez de água e luz, informou hoje a presidência.
incidente ocorreu no domingo, quando os estudantes protestavam contra o "ajuste" das propinas e porque a universidade esteve vários dias em água e sem eletricidade.
Os estudantes regressavam da residência do Governador do Alto Katanga, onde pediram o restabelecimento do fornecimento de água e eletricidade e a revisão em baixa das propinas, quando a polícia usou gás lacrimogéneo e disparos de advertência para os dispersar, de acordo com testemunhos recolhidos pela Agência de Notícias France-Presse.
"O número provisório emitido pelas fontes oficiais é de quatro mortos, incluindo três estudantes e um policial", escreveu Kamerhe, chefe do novo presidente RDC, Félix Tshisekedi, em comunicado.
"A investigação será conduzida pelo Governo sem demora (...). O ministro da ESU (ensino superior e universitário) vai ser ouvido e depois vamos apurar responsabilidades", disse.
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