A mulher mais velha do mundo pode, afinal, ter mentido

Francesa teria afinal apenas 99 anos quando morreu
Jeanne Calment é a francesa que defende até hoje o título da mulher que mais anos viveu. Falecida em 1997, aos 122 anos, sabe-se agora que esta poderá ter, afinal, enganado milhares de pessoas.
Segundo investigadores russos, a mulher será afinal uma fraude. Nikolai Zak, matemático e fundador da Sociedade de Naturalistas da Universidade de Moscovo, defende no estudo 'Jeanne Calment: O Segredo da Longevidade' que a mulher roubou a identidade da sua mãe.
À AFP o estudioso revela que analisou biografias, fotos e arquivos da cidade natal de Jeanne que o levaram a esta conclusão.
Assim, e segundo este, o verdadeiro nome da mulher é Yvonne. A sua mãe - Jeanne - morreu em 1934, altura em que esta lhe roubou a identidade para não ter de pagar o imposto sobre herança.
Yvonne teria assim apenas 99 anos quando morreu, em 1997.
Ler maisMais de 2.200 migrantes morreram na travessia do Mediterrâneo em 2018

Um total de 2.262 migrantes morreram quando tentavam atravessar o Mar Mediterrâneo no ano passado e outras 113.482 pessoas chegaram à Europa por via marítima, principalmente por Espanha, de acordo com o ACNUR.
Em 2018, se somarmos quase 7.000 migrantes registados nos enclaves espanhóis de Ceuta e Melilla, em África, obtemos um total de 120.205 chegadas à Europa, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).
Segundo o ACNUR, em 2017 o número de chegadas por via marítima foi de 172.301 e 3.139 pessoas foram consideradas "mortas ou desaparecidas" na sua tentativa de atravessar o mar para chegar à Europa.
O nível de chegadas também caiu em relação ao pico de 1,015 milhão registado em 2015.
A Espanha tornou-se no ano passado a primeira porta de entrada para a Europa, com 55.756 chegadas por mar (contra 22.103 em 2017).
A Itália, onde o Governo, com discursos anti-imigrantes, fechou os portos aos navios humanitários neste verão, registou 23.371 chegadas no ano passado, sofrendo uma queda forte em relação a 2017 (119.369); e a Grécia 32.497.
Em 2018, o primeiro país de origem dos migrantes era a Guiné (13.068 pessoas), seguido por Marrocos (12.745) e pelo Mali (10.347). A Síria era apenas o quarto país de origem das chegadas, seguida pelo Afeganistão e pelo Iraque.
A receção dos migrantes resgatados no mar causou uma crise diplomática europeia no ano passado, após o encerramento dos portos italianos, com vários navios humanitários a vaguear pelo Mediterrâneo por não terem onde atracar.
Cada situação foi desbloqueada com um acordo de emergência entre os países europeus para a distribuição de refugiados, com Espanha e Malta permitindo aos navios que desembarcassem os seus passageiros.
"Em 2019, é essencial acabar com a atual abordagem de barco por barco", referiu no domingo o ACNUR, instando os Estados a "implementar um mecanismo regional que dê aos comandantes de navio orientações claras e previsíveis sobre como e onde desembarcar refugiados e resgatar migrantes no Mediterrâneo".
Na quarta-feira, as autoridades maltesas concordaram em "abrigar" em suas águas dois navios da ONG alemã que transportavam 49 migrantes resgatados no Mediterrâneo, devido à deterioração das condições a bordo.
Ler maisSuspeitos da morte de Khashoggi presentes a tribunal saudita

Procuradores deverão pedir a pena de morte para cinco dos 11 homens.
Os suspeitos da morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi terão sido presentes à sua primeira audiência perante um tribunal saudita.
Segundo a Saudi Press Agency, citada pela Associated Press, os procuradores pretendem pedir a pena de morte para cinco dos 11 suspeitos presentes em tribunal. A breve declaração não dava conta da identidade dos suspeitos.
Os suspeitos estavam acompanhados pelos advogados que pediram para conhecer as acusações exatas contra os seus clientes e um período para as analisar. O tribunal acedeu aos seus pedidos, sem marcar uma data para a próxima audiência, segundo o comunicado.
Em poucos detalhes revelaram que os procuradores enviaram ainda um pedido para que a Turquia cedesse provas que tivesse vindo a recolher desde o homicídio. Mas ainda sem resposta.
A Arábia Saudita inicialmente negou que o jornalista, que colaborava com o jornal norte-americano Washington Post, tivesse sido morto, mas acabou por reconhecer o homicídio semanas depois.
Os meios de comunicação turcos chegaram a divulgar fotografias de membros da 'entourage' do príncipe herdeiro no consulado pouco antes da morte. Acredita-se que o corpo de Khashoggi terá sido desmembrado, não tendo chegado ainda a ser encontrado.
Recorde-se que Jamal Khashoggi foi morto a 2 de outubro quando entrou no consulado da Arábia Saudita em Instambul, na Turquia. Khashoggi era conhecido por escrever artigos em tom crítico contra o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman.
Ler maisEstá suspensa a decisão que poderia ditar a libertação de Lula da Silva

Decisão de juiz já tinha merecido contestação da procuradoria-geral do Brasil.
O juiz Marco Aurélio Mello do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, determinou hoje a libertação de todos os reclusos que tenham sido condenados em 2.ª instância, e cujos processos ainda sejam passíveis de recurso.
A decisão abrangeria igualmente o ex-presidente Lula da Silva, que se encontra a cumprir pena de prisão. Mas o presidente do STF, Dias Toffoli, suspendeu esta quarta-feira à noite os efeitos da decisão do colega Marco Aurélio Mello.
Logo após a decisão de Marco Aurélio Mello, a defesa de Lula pediu à Justiça brasileira para que o antigo presidente fosse libertado.
Entretanto, a procuradoria-geral do Brasil já tinha avançado igualmente com um recurso para reverter a medida provisória. Ora foi precisamente este recurso que mereceu a atenção do juiz Dias Toffoli.
Com esta suspensão, Lula da Silva continuará detido. Mas, segundo o G1, o tema voltará a ser alvo de análise.
A decisão do presidente do STF mantém suspensa a decisão de Marco Aurélio Mello até 10 de abril do próximo ano, altura em que haverá uma decisão, definitiva, relativamente à libertação de condenados em 2.ª instância cujos processos ainda sejam passíveis de recurso - como é o caso de Lula.
Recorde-se que Lula da Silva foi impedido de se candidatar às presidenciais devido à sua condenação pela justiça. Lula liderava as sondagens quando o juiz Sérgio Moro decidiu condená-lo. Entretanto, Sérgio Moro acabou por aceitar integrar o futuro governo do presidente eleito Jair Bolsonaro, ficando precisamente com a pasta da justiça.
Ler maisHá praga de ratos em Washington e nem a Casa Branca escapa

Inverno ameno terá facilitado a proliferação destes roedores.
De Washington, a capital dos Estados Unidos, chegam notícias de um aumento de avistamentos de ratos.
Conta a Sky News que o inverno ameno que ali se vive estará a contribuir para que estes roedores se consigam reproduzir com maior facilidade.
O fenómeno tem sido notado em diferentes sítios da capital e nem a Casa Branca, que conta com amplo espaço verde nas redondezas, escapa.
Esta semana jornalistas em trabalho na Casa Branca deram conta de avistamentos destes roedores. É o caso do jornalista John Roberts, da Fox, que partilhou no Twitter a experiência.
Os esquilos são relativamente comuns nos jardins da Casa Branca, razão pela qual este repórter achou que seria um esquilo, quando sentiu qualquer coisa a passar-lhe junto ao pé. Mas quando olhou não era um esquilo mas um 'primo' roedor: "um rato castanho".
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